Ansiosa como sempre
Quase me perdi pelos caminhos do seu corpo
Entre toques
E seu gosto amargo de cevada
Me senti como quando se mata saudade
O reencontro
Universos que se chocam
Corpos que se alinham
O devir nos espera
A história escrevemos nós
(Verso memória:segunda-feira)
23/07/2015
02/07/2015
poesia de cinzeiro
O festival de horrores me da vontade de vomitar sangue
O cheiro de podre grudou em meu nariz
E a ânsia não passa...
Acendo um cigarro,
Corto o mal pela raiz.
No céu Vênus e Júpiter bailam competindo com o esplendor da lua cheia
Encho os pulmões para esvaziar a cabeça
Nas ruas a sinfonia de buzinas indicam a velocidade do trânsito
Trago também a poluição...
Pensamento não é ilusão
Vago pelo sem-fim dos universos
Ao escrever redescubro as palavras
Reconheço, incrédula, uma infinidade de eus
Caminho enquanto o cigarro termina
Vocês podem tentar escravizar meu corpo
Mas, minha mente é bicho livre
Voa solta pelo céu!
observação: este poema teve seu título alterado, pela intervenção da Lais, de cigarro poético para poesia de cinzeiro.
observação: este poema teve seu título alterado, pela intervenção da Lais, de cigarro poético para poesia de cinzeiro.
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